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quarta-feira, 7 de março de 2012

Círculo de Oração completa 70 anos de fundação

networkedblogs.com Irmã Albertina Bezerrafundadora do Círculo de Oração Hoje, 6 de março, o Círculo de Oração, uma das maiores marcas das Assembleias de Deus no Brasil, comemora 70 anos da fundação. Foi em 6 de março de 1942 que tudo começou, quando a irmã Albertina Bezerra Barreto, membro da Assembleia de Deus em Recife (PE), convidou algumas crentes para a ajudarem em oração na congregação do bairro da Casa Amarela, em favor de sua filha Zuleide (Ledinha), que se encontrava enferma. A menina não andava, nem falava e os médicos diziam que ela iria viver apenas oito anos. Sete mulheres se prontificaram: Cecita Colaço, Malphara Bezerra, Maria do Carmo, Antonia Viegas, Ana de Souza, Otávia Pessoa e Maria José. Durante a campanha de oração, houve uma profecia sobre a enfermidade de Zuleide: “Essa enfermidade não é para a morte, mas para glória do meu nome. Fui eu quem gerou essa criança para que, por meio dela, fosse aberto esse trabalho”. Zuleide cresceu, andou e viveu 49 anos. O nome “Círculo de Oração”, segundo a fundadora Albertina Bezerra Barreto, foi inspirado num folheto que havia lido cujo texto explicava que a oração era como um círculo nos céus: “Quando estávamos orando, lembrei-me da mensagem e disse: – Vamos circular os céus com as nossas orações”. Reuniões de oração sob a direção de mulheres nas Assembleias de Deus ocorrem provavelmente desde o dia 2 de junho de 1911 em Belém do Pará, quando as crentes batistas Celina Albuquerque e Maria de Nazaré, convictas da promessa bíblica do batismo no Espírito Santo pregada pelos pioneiros Daniel Berg e Gunnar Vingren, decidiram se reunir na Rua Siqueira Mendes 67, residência de Celina, e buscar o revestimento de poder para suas próprias vidas. Desde então, essas reuniões de oração não cessaram. Porém, tanto o nome “Círculo de Oração” como esse formato com o qual tradicionalmente o Círculo de Oração acontece, com reuniões de 8h às 16h e uma vez por semana, surgiram em Recife. Desde o início, as reuniões de oração receberam todo o apoio, tanto do pastor da igreja pernambucana na época, José Bezerra da Silva, como de sua esposa, Malfara Bezerra, além de vários outros crentes. Logo, o Círculo de Oração com mulheres, um dia da semana, normalmente das 8h às 16h da tarde, passaram a ocorrer em todas as igrejas da capital e do interior do estado de Pernambuco e tornou-se um dos maiores trabalhos da história da Assembleia de Deus. Hoje, há quase mil círculos de oração só na Grande Recife, com reuniões de oração concorridas e fervorosas. Também no pastorado de José Bezerra da Silva à frente da AD em Pernambuco, foi fundado o Círculo de Oração de crianças, na mesma época do início do Círculo de Oração com mulheres. As reuniões de Círculo de Oração foram difundidas em todas as igrejas Assembleias de Deus no Brasil. Em 5 de março de 1961, o então líder da AD em Belém do Pará, pastor Alcebíades Pereira Vasconcelos, seguindo o modelo pernambucano, determinou que as congregações dessem apoio ao trabalho de oração das mulheres em Belém e o incluíssem na programação semanal da igreja. Tal decisão foi plenamente apoiada pelo Ministério e, a partir de então, as mulheres passaram a se reunir nas igrejas, e passaram a usar o nome Círculo de Oração. Para incentivar e divulgar testemunhos do trabalho dos Círculos de Oração no Brasil, a CPAD lançou em 1982 a revista trimestral “Círculo de Oração”, extinta em 1992. Setenta anos depois, o Círculo de Oração continua sendo uma grande bênção para as Assembleias de Deus no Brasil e, se Deus permitir, continuará sendo, até o Arrebatamento da Igreja.
Quantas saudades sinto destes momentos especiais.
Hoje, este modelo, para alghuns está ultrapassado. Acham que o poder de Deus, unção e graça de Deus vêm com ativismos promovidos pelos vários departamentos eclesiásticos.
Sinto falta dos saudosos:
Irmã Lady
Irmã Aurelinda
Irmã Vitória
Irmã Enir
Irmã Leninha
Irmã Altamira
Irmã Tresinha
Irmã Lupércia
Irmã Zenaide
Irmã Yolanda
E tantas outras

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Pr Silas Malafaia pede Desligamento da CGADB. O que dizer?

Ilustríssimo Senhor Tabelião do Cartório de Títulos e Documentos da Cidade do Rio de Janeiro.

Silas Lima Malafaia, brasileiro, casado, Pastor Evangélico, Presidente da Igreja Assembléia de Deus da Penha, Vice-Presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil e Presidente da Associação Vitória em Cristo, membro da CGADB registrado sob o nº 005887, vem, em atendimento ao disposto no art. 7º, inciso IV do Estatuto da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil e seus demais artigos, em termos e tempestivamente, requerer seja realizada a

N O T I F I C A Ç Ã O E X T R A J U D I C I A L

para fins específicos de

P E D I D O D E D E S L I G A M E N T O E R E N Ú N C I A

da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil, de sua Mesa Diretora e seu Presidente - Pr. José Wellington Bezerra da Costa, com fundamento nas razões de fato de direito que passa a expor:

1 – A CGABB - Notificada, como é de conhecimento geral, tem como uma de suas finalidades inscrever e credenciar como membros, os ministros das Assembléias de Deus no Brasil, exercendo ação disciplinar sobre os mesmos, conforme normas estabelecidas neste Estatuto e Regimento Interno; (Art. 3º, inc. IX, Estatuto da CGADB)

2 – Considerando tal fato e minha condição à época, de Vice-Presidente da Igreja Assembléia de Deus da Penha, tornei-me membro regular e atuante da Convenção Evangélica das Assembléias de Deus no Estado do Rio de Janeiro - CEADER, e, por conseguinte, da própria CGADB, tendo sempre atuado em conformidade com suas diretrizes e normas; (Art. 5º e Art. 5º § 3º, Estatuto da CGADB)

3 – Durante todo o período em que fui membro da CGABB – Notificada, cumpri integralmente meus deveres estatutários (Art. 8º, Estatuto da CGADB), bem como nunca pratiquei nenhuma das condutas vedadas pelo Estatuto Social da mesma; (Art. 9º, Estatuto da CGADB)

4 – Ao contrário, sempre atuando de maneira honesta, íntegra, inequívoca e cristalina, busquei o melhor para a CGABB – Notificada e seus membros. Precisamente por esse motivo, ainda no ano de 2008, me sentindo na obrigação de não ser omisso em relação ao descalabro financeiro vigente na CGABB – Notificada, formulei diversas denúncias, as quais foram integralmente reafirmadas no Plenário da Convenção da CGABB – Notificada no ano de 2009;

5 – Exatamente em razão da conduta reta, ilibada e cuidadosa, bem como em razão de meu indiscutível comprometimento com a CGABB – Notificada e seus membros, submeti, com sucesso destacado, meu nome ao crivo dos demais membros nas últimas eleições. Em razão de minha vivência enquanto Pastor Evangélico a frente da Igreja Assembléia de Deus da Penha, membro atuante da CEADER – Convenção Evangélica das Assembléias de Deus no Estado do Rio de Janeiro e da própria CGABB – Notificada, logrei ser eleito para o cargo de Primeiro Vice-Presidente da CGADB, o qual honrosamente ocupei e ao qual me dediquei com zelo e afinco inquestionáveis, realizando, com sucesso, todas as atribuições a ele destinadas;

6 – Entretanto, passados tantos anos, é com extremo pesar e o mais sincero desalento que, consternado, me vejo forçado a renunciar ao cargo de Primeiro Vice-Presidente da CGADB e a formular meu pedido de desligamento da mesma;

7 – Necessário se faz destacar que tão penosas atitudes têm como um dos motivos principais os desmandos administrativos, que fazem com que a CGABB – Notificada tenha hoje seu nome "negativado" junto aos órgãos de proteção ao crédito, padecendo até mesmo da suspensão de cheques para as contas bancárias da mesma e esteja, atualmente, com diversos tributos em aberto e não pagos;

8 – Não se pode olvidar que o maior patrimônio de um homem é o seu nome. Nesse sentido, textualmente, a Bíblia diz que: "Mais vale um bom nome a muitas riquezas" (Provérbios 22,1) e, ainda, "Cuida do teu bom nome, porque ele te acompanha, é mais do que milhares de tesouros preciosos." (Eclesiastes 41,12);

9 – Nesse contexto, não posso aceitar que, de nenhuma forma, sob nenhum argumento, possa vir a ser responsabilizado, considerado envolvido ou conivente, em algum momento futuro, por questões que não tenho o poder de decidir, corrigir ou evitar, mas que, pela função por mim exercida, podem, ainda que indiretamente, atingir-me se, nada fizer;

10 – Nos exatos termos acima descritos, desde o ano de 2008 venho denunciando à Presidência, à Mesa Diretora e ao Conselho Fiscal, diversas e graves irregularidades, as quais depõem contra a CGABB – Notificada e que não podem ser toleradas. Tais denúncias, por oportunidade da última Convenção da CGADB, restaram integralmente comprovadas em trabalho realizado por comissão formada para esse fim, cujo relatório só foi aprovado com as ressalvas e obrigações de apresentar balancetes;

11 – Lamentavelmente, mesmo em face das denúncias que fiz e das conclusões obtidas e tornadas públicas na última Convenção da CGADB, o descalabro administrativo-financeiro continua. A mesma CGADB que exige de seus membros que tenham e mantenham seus nomes impolutos, hoje, pelos absurdos praticados em sua administração, não ostenta tal condição!

Sendo assim e por todo o exposto, considerando que é direito de qualquer dos membros da CGADB pedir o seu desligamento, desde que cumprindo com a obrigatória devolução da credencial e com a quitação de eventuais débitos na tesouraria da Convenção Geral (Art. 7º, inc. IV, Estatuto da CGADB), venho, pelo presente instrumento, na melhor forma de direito:

  1. requerer meu desligamento da CGADB, assumindo, desde já, e expressamente, o compromisso de apresentar, em prazo razoável e menor possível, o documento de anuência da CEADER, quando então, deverei oferecer à devolução a credencial recebida por mim na Secretaria da CGADB mediante termo de entrega;

  2. requerer minha renúncia do cargo de Primeiro Vice-Presidente da CGADB, para o qual fui eleito e cujas funções exerci até a presente data;

  3. requerer à Mesa Diretora da CGADB que proceda, através de Resolução a ser publicada no Boletim Reservado, a homologação de meu desligamento; (Art. 30, inc. IV, Estatuto da CGADB)

Feita a NOTIFICAÇÃO ora pleiteada, venho requerer, ainda, a entrega a seu subscritor, independentemente de traslado, para fins de futuros procedimentos judiciais.

Termos em que,

Pede Deferimento.

Rio de Janeiro, 13 de maio de 2009.

Pr. Silas Lima Malafaia