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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

PODEMOS IMPEDIR O ABORTO PELA FORÇA?

" livra os que estão sendo levados para morte e salva os que cambaleiam indo para serem mortos " Pv 24.11

Eis o que pergunta o internauta Marcelo de Weber de Souza:

Pr João Luiz, este versículo justifica tentativas legais de "resgatar" bebês, impedindo pela força que mulheres grávidas cheguem às clínicas de aborto legalizadas?

Meu amado irmão Marcelo, esta passagem não justifica quebrar as leis do governo humano, instituído por Deus, mesmo que creiamos serem leis injustas. conforme Rm 13.1; 1Pe 2.13 "TODA a alma esteja sujeita às potestades superiores; porque não há potestade que não venha de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus."   "Sujeitai-vos, pois, a toda a ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei, como superior".

Aos crentes somente é permitido desobedecer a lei no caso de ela os compelir à prática do pecado, e não no caso de ela permitir que outra  pessoa venha a pecar. Se assim não fosse, teríamos de fechar as portas das igrejas não-cristãs e dos templos não-cristãos, em que há pecado por estarem adorando falsos deuses. 

Certamente devemos desobedecer uma lei que nos queira compelir a adorar ídolos (Dn 3), mas não temos de desobedecer uma que permita que outros façam isso.

Além disso, este texto(Pv 24) não dá base para tentativas ilegais de "resgates" por diversas razões.

Primeiro, o capítulo não dá respaldo à desobediência civil; ele ordena a obediência civil: "teme ao Senhor,...e ao rei"(v.21), onde o temor implica obediência às suas ordens (cf. Rm 13.1 e Tt 3.1).

Segundo, os que estão sendo levados à morte são vítimas dos que estão quebrando a lei; não são eles próprios que estão fazendo isso.

Em outras palavras, quem tentasse impedir um aborto nessas circunstâncias estaria agindo contrariamente à lei, visto que o aborto legal seria feito de acordo com a lei.

Não há indicações nesta passagem( e em nenhuma outra) de que os crentes tenham o direito de tomarem, de modo ilegal, os direitos legais dos outros, apenas por crerem pessoalmente que certas leis sejam injustas. 

Nessa mesma linha incorreta de raciocínio de tais "resgatadores", chegaríamos ao ponto de impedir o caminho de qualquer um - de um juiz, do júri ou da polícia -  por nossa conta, se acreditássemos que a condenação seria injusta.

Além disso, se fosse certo "resgatar" vidas pelo fechamento das portas daquelas clínicas, então por que não nos livrarmos delas jogando bombas sobre elas, destruindo seu suprimentos de energia, ou até mesmo assassinando as enfermeiras e os médicos envolvidos?

Não consideremos nem mesmo a possibilidade de tal coisa!

A verdade é que dois erros não produzem um acerto, e  os fins não justificam os meios, mesmo sendo um processo ativo ou passivo de desobedecer um governo humano, instituído por Deus, que tenha estabelecido leis não-compulsórias, que permitem a outros pecar.

Espero ter esclarecido....

quinta-feira, 23 de abril de 2009

ABORTO

Por que matar um filho e não o outro? Doutor, o senhor terá de me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo. Não tenho condições de criar ambos”. E então o médico perguntou: "E o que a senhora quer que eu faça?" A mulher, já esperançosa, respondeu: "Desejo interromper esta gravidez e conto com a ajuda do senhor". O médico então pensou um pouco e depois disse a mulher: - "Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora".A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido. E então ele completou:- "Veja bem, minha senhora, para não ter de ficar com os dois bebês de uma vez em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer. Se o caso é matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco." A mulher reagiu indignada: - "Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime!". Depois de refletir, a mãe mudou de idéia. O médico viu que a sua lição surtira efeito. Ele persuadiu a mãe que não há diferença entre matar a criança já nascida e matar uma criança ainda por nascer, mas viva no seio materno. O crime é o mesmo, e o pecado, diante de deus, também é o mesmo. – autor desconhecido Números do aborto Nos Estados Unidos a cada ano mais de 1milhão de abortos são realizados. Isso uma vez que o aborto foi legalizado em 1973. Antes, este número era um pouco mais de 500,000. Nos anos que seguiram a legalização do aborto, mais de 30 milhões de bebês tiveram suas vidas terminadas antes de nascer. Algumas pessoas ficam chocadas com a história da matança dos meninos com menos de dois anos promovida por Herodes na sua tentativa de matar Jesus (Mateus 2.16-18). “Como é que um Deus amoroso deixaria isso acontecer?” alguns indagam. Com a matança dos inocentes promovido hoje, como é que o homem tem coragem de fazer essa pergunta? Matando Beethoven Um professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Califórnia um dia perguntou aos seus alunos. "Aqui é a história da família. O pai tem sífilis. A mãe tem tuberculose. Eles já tiveram quatro filhos. O primeiro filho é cego. O segundo filho morreu. O terceiro filho é surdo e o quarto filho tem tuberculose. A mãe está grávida. Os pais estão dispostos a ter um aborto se for recomendado. O que é que vocês recomendam?" A maioria dos alunos optaram pelo aborto. "Parabéns," anunciou o professor. "Você acabou de matar Beethoven." Nada é tão final quanto à morte, mesmo quando é feito cedo na vida.